domingo, 14 de junho de 2009

Era uma vez um jardim...

Olá a todos!!
A pedido de muitas famílias, venho aqui deixar-vos umas fotos do jardim. Já está completo, mas agora temos que dar tempo à Natureza para fazer crescer as plantinhas... Teremos paciência! Mas está muito agradável!! Pensamos nós de que... Agora, precisa é de ser desfrutado, vivido! Precisa de animação!
Atentem que isto é uma piscadela de olho a Vossas Mercês, a ver se se fazem de convidados... Não temos tido assim tantas solicitações... Verdade seja dita que também ainda nos falta mobília para que possamos entreter em condições, mas nem que seja um lanchinho!! Continuamos à vossa espera.
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terça-feira, 31 de março de 2009

Uma porta que se fecha... uma janela que, um dia, abrirá!!

Amigos,
Estou a escrever-vos de casa… DE NOSSA CASA!!! Finalmente, o grande dia chegou!! Mudámos no dia 26 de Março. Dia de anos do Proprietário.
Eu sabia que vir para aqui morar era o que ele mais queria, por isso fiz-lhe uma surpresa. Fui buscá-lo à estação e fingi que vínhamos aqui a casa ver umas coisas, mas quando cá chegámos, eu tinha trazido roupa, acessórios… e a cama! Por isso, passámos logo essa noite aqui em casa, depois do nosso primeiro jantar, com direito a champanhe e tudo!! Foi perfeito.
Ou seja, a casa está pronta!! Ok, a janela ainda não corre como devia, mas lá chegaremos. Não podíamos adiar mais a mudança, senão nunca mais lá íamos.
A decoração vai entrando devagarinho… Cada dia uma coisa, quase... Depois vocês vêem! Sim, não estão à espera que eu vos descreva as mobílias ou o recheio da casa, pois não?? Não vou pôr isso num blog público… E tenho mesmo muito mais que fazer... Podem crer!!
Agora, “e a festarola?” perguntam vocês… Esses planos mantêm-se para o Verão. Até lá teremos mais condições de vos ter aqui todos, ao mesmo tempo. Neste momento, só temos chão onde vos sentar. Bom, temos 3 cadeiras emprestadas…
Pronto, não vou dizer mais… Daqui a nada estão a pedir fotos… Nã, nã!! Agora só vêem em pessoa!! Ou aparecem, ou não vêem!! Vá, toca a ligar! Estamos à vossa espera…
Xxx

domingo, 15 de março de 2009

Desafiando o karma...

É isto mesmo que decidimos fazer! Não queremos saber!! Não há nada que nos vá impedir de acabar esta obra!! E, lá está, estou a desafiar o karma escrevendo este post. É que esta semana ainda temos a inspecção do gás, que nos pode deitar tudo por terra... Mas vamos ter Fé!! Esta semana é A SEMANA!!
Vamos por partes. A janela está na mesma. Continua a não correr. Mas a realidade é que aquela janela não vai sair dali e os fabricantes já nos garantiram que estão empenhados em fazer com que aquilo resulte (sim, eu também me estou a rir...). Nós só pedimos que a janela corra de maneira a que eu a consiga abrir e fechar com uma mão. Mas, pronto, ao menos a casa está fechada dos dois lados, frente e tardoz. Por isso, o que falta é emassar as imperfeições (que são bastantes... há sítios onde parece que andaram literalmente a roer as paredes!) e dar a última demão de tinta. O empreiteiro que andava lá a fazer essas coisas, desapareceu! Mais um que simplesmente se eclipsou da face do planeta. Incompreensível, mas verdade! Deve haver um buraco negro especial para empreiteiros, algures no Universo... Por isso, não perdemos muito tempo a andar à procura dele. Ele deixou de atender os telefones e nós achámos logo outro Sr. que estava disposto a fazer este biscate. Ele e o Proprietário foram para lá hoje. O plano é que a última demão de tinta seja dada amanhã, 2ª feira. Mas eu começo a achar que o Sr. que lá está não dá conta do recado sozinho em 2 dias... É que na 3ª feira (dia 17 de Março de 2009, precisamente um ano volvido desde o começo das obras...!) entram os tipos que vão colocar os espelhos e os vidros e depois... Já está!!! Na 5ª entra a Esposa do Sr. Contratado para fazer a limpeza final à casa e no sábado dia 21 de Março, primeiro dia da Primavera, começo de uma nova estação do ano, uma nova fase da nossa vida, chegam as compras todas que fizemos para a nossa nova casa! Não, ainda não são mobílias, mas é basicamente tudo o que precisa de mobílias! Tudo o que faz uma cozinha funcional, toalhas, tv, dvd, stereo, etc, etc, etc... Sim, muitas coisas viverão em caixas até termos mobílias, mas ao menos... serão as nossas coisas em nossa casa!!
Mas, como já disse, na 2ª feira temos a inspecção do gás. Se correr mal, estamos tramados. É que quem fez a instalação do gás ainda foi o “outro anormal” e nós não fazemos ideia em que estado está. De qualquer maneira, já tivemos aquela visita dos Moldavos do Gás (lembram-se?) que na altura fizeram testes de “estanquicidade” (acho que inventei esta palavra...) e de monoxido de carbono e me afiançaram que estava tudo nos conformes. Um deles até me ligou a dar umas últimas recomendações sobre o que os inspectores do gás procuram, as quais nós seguimos à risca. Por isso, seja o que Deus quiser!
Mas não pensem que estão perante uma casa acabada... Desenganem-se! Faltam muitas, muitas coisas! Detalhes, pormenores. Ou seja, coisas que vão ter que ser acabadas por nós, quando lá estivermos a morar. Coisas do estilo, fechaduras para as portas dos quartos (que por incrível que pareça, conseguimos a proeza de comprar a última fechadura da loja confiando que, como tínhamos encomendado mais, logo teríamos o jogo completo, para mais tarde vir a saber que já ninguém neste país tem destas fechaduras nem o fornecedor quer fazer uma encomenda a Itália por 2 fechaduras... Tudo muito bem, não fossem as nossas portas já estar totalmente adaptadas a receber aquelas, e só aquelas fechaduras!!), vedações para as portas dos quartos e da rua, revestimento da porta da rua, colocação de candeeiros/apliques... Esse tipo de coisas. Ou seja, vamos passar de uma situação de “obra” para outra de “work in progress”...
E cheira-me que a dita festa de inauguração vai ser lá mais para o verão. Não necessariamente por causa destas coisas ou mesmo do tempo, mas porque estamos ambos assoberbados de trabalho e antes de Junho isto não vai acalmar. A ver vamos, como gosto de dizer. Nos entretantos, por favor, esta semana precisamos de toda a vossa energia positiva, para que tudo dê certo! Precisamos da vossa ajuda!!
xxx

quinta-feira, 5 de março de 2009

Aaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrggggggggggghhhhhhhhhhhhhh!!!

Ah... a vida é tão dinâmica, não é? Um dia está tudo bem, para no dia logo a seguir estar tudo mal...! Ao ler o meu post anterior, confesso que me sinto ridícula... Como pude ser tão ingénua? Como pude sequer permitir-me o início do sonho de que “estamos quase”?? Eu já devia saber o que a casa gasta... o que ESTA casa gasta, especialmente. Já devia saber que qualquer tipo de vitória aqui é arrancada a ferros!! E, realmente, só chegarem lá e colocar a janela, era fácil demais.
Como vos tinha dito, faltavam uma pecinhas na janela que eles lá foram colocar ontem. Depois de montarem a dita, verificou-se que o vidro estava um bocado abaulado. Mas, como lhe faltavam os perfis laterais, sendo um vidro tão grande, até nem matutei muito naquilo porque me pareceu natural. Ontem foram colocar os perfis e... a janela deixou de correr!! Ou seja, janela com vidro torto, corre; janela com vidro direito, não corre!! Não vos vou maçar com as teorias técnicas da coisa, que são bastantes, cada um com a sua. Sei que hoje estive lá com os construtores da janela para ver o que se passava. Preferia não ter ido, sinceramente. Para ter estado com um homem que me tratou como se eu fosse uma imbecíl quando eu lhe estava a tentar explicar o que eu tinha presenciado, para ele tentar perceber a dinâmica do problema, devia ter agendado um dia em que o Proprietário cá estivesse. Conhecem o estilo, não é? Empreiteiro de certa idade, habituado a lidar com hordas de homens de tudo o que é estirpe, que depois considera que por mais letrada que seja a mulher, nunca há-de entender a “ciência da caixilharia”. Enfim, só me apetecia esbofetear-lhe o sorriso “à Bush” da cara. Um sujeitinho mesmo execrável, daqueles que quando não quer ouvir o que temos para dizer, simplesmente berra por cima. Eu, a alturas tantas, desisti de falar com ele. Limitei-me a dizer-lhe que sim e quando queria respostas concretas, falava com um outro gajo. Mas ouviu das boas! Porque ele passou o tempo a insistir que o problema é que são 300kg de vidro e isto nunca ia funcionar na perfeição! O desplante!! Disse-lhe mil vezes que ninguém lhe tinha exigido uma janela destas! Mostrámos à empresa o que queríamos fazer e perguntámos que soluções é que eles tinham para isto. Eles tinham duas: uma mais corriqueira e uma esteticamente mais apetecível, mas que, depois de submeterem as dimensões aos cálculos técnicos apropriados, funcionava! Dispusémo-nos a pagar o seu preço, mas a ficar com uma boa janela! Não com uma parede de vidro!! E o homenzinho ainda teve a lata de me dizer que esta janela não funciona na perfeição porque não é possível de se fazer!! Quando tanto ele como nós sabemos que faz e sabemos quem faz! São é 3 ou 4 vezes mais caras! Mas, como eu também já disse aqui e em muitas mais situações, o barato sai caro e mais uma vez sofremos na pele as consequências das nossas decisões. Ora, o palhaço a achar que a caixilhariazeca dele é o único sistema para vãos grandes... Típica conversa medíocre!!
Bom, como vêem, estamos tudo menos quase...
xxx

terça-feira, 3 de março de 2009

Habemus fenestra et porta !!!!

É verdade, gente!! Temos janela e porta e temos fotos para vos mostrar.

A viagem da janela...




A janela no seu melhor...












E a porta fechada!!



E a porta aberta!!












Mas desenganem-se porque ainda não chegámos ao fim!! Para já, a janela demorou o dobro do tempo a chegar... Enfim, inúmeras trapalhadas. Desde simplesmente ignorarem que existiamos até fazerem um vidro com as dimensões erradas. Ou seja, o costume!! Agora, ainda faltam umas pecinhas para completar a janela... Mas... ela corre! Eu consigo abri-la sozinha, o que já é positivo. E é linda!!
A porta... Bom, a porta é uma autêntica bisarma!! Tem 10cm de espessura, é feita de ferro e cheia de lã de rocha por dentro. Foi desenhada pelo Proprietário himself! Quem quiser cópias... vai ter que pagar!!!! Tem as dobradiças escondidas o que quer dizer que, quando estiver pintada, vai parecer simplesmente parte da parede. Por fora, vai ficar exactamente igual à porta antiga, como é óbvio. Não só porque nós a queremos manter assim, para manter a essência e a memória da casa, mas também porque compreendemos que se deve manter (pelo menos!) a coerência estética do edifício, por dentro e por fora. Até porque não existe condomínio, logo ninguém nos poderia obrigar a fazê-lo. Fizemo-lo porque respeitamos o sítio onde queremos, muito em breve, viver!! MAS, há sempre uma besta que vê uma coisa diferente e insiste em fazer uma pergunta obtusa, só para se certificar que os outros não são tão estúpidos como sua excelência. Como a senhora que detem o andar de cima, mas nem sequer lá mora, nem nunca se interessou em montar o condomínio enquanto lá viveu, mesmo que o Sr. Seu Paizinho fosse o senhorio da maioria das fracções. Quando viu a porta, hoje, na sua metálica nudez, não se conteve em perguntar: “A porta não vai ficar assim, pois não?”. Confesso que sorri à Sra, o mais educadamente que me foi possível, e respondi que não, que vai ficar igual à da vizinha da frente. É claro que o que me apetecia, era espetar-lhe uma “bela” na testa e grunhir-lhe “Duuuuhhhh!!!”! Desculpem, mas era o que ela merecia, se por acaso lhe passou pela cabeça que nós, que fizemos questão de vir morar para a Lisboa centenária, teríamos o desplante de perturbar a sua serena existência de uma maneira tão cruel. Era o que alguém que nos julgou de tão mau gosto, na verdade, merecia!
E agora, que já ventilei a minha fúria, já posso despedir-me de vocês condignamente, com o coração cheio de esperança que estamos... quase!
Xxx

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Fumo preto...

Ora bem, onde é que ficámos?
Ah sim, estavamos à espera da nova janela... E continuamos à espera dela! Afinal o tal efeito que o nosso email desencadeou não foi assim tão longe. Basicamente, ao início foi “ai, que maçada, vamos já mandar um vidro já-já-já!”. Claro que, rapidamente, esta intenção se tornou em “ah, bolas, fizemos um vidro com as dimensões erradas... afinal vamos demorar mais 10 dias, ok?”. E isto ainda são só previsões! Nada nos garante que tenhamos janela no dia 16, como eles dizem. Como vêem, acho que se confirma que, realmente, neste país, para tirarmos cús das cadeiras é preciso uma catástrofe daquelas à filme, porque já nem com uma mísera crise lá vamos. Bem nos pedem para continuar a consumir! Tá bem, tá...
Bom, nos entretantos, temos tentado manter a casa ocupada, ‘tadita. Têm lá estado os trolhas a fazer as correcções ao vão e aproveitámos para lhes pedir para arranjarem o muro do jardim, que estava todo escavacado. Entretanto o carpinteiro também já lá não está (mas há-de voltar, não fiquem tristes!). Ah sim, também nestes entretantos, descobrimos que afinal, por baixo da marquise temos... canos rotos!!! O cano que temos instalado para a máquina de lavar, está... foi... rasgado... pelo que nos diz o trolha-mor, a canivete! Mais uma para juntar às muitas rezas de voodoo que irei dirigir ao... ao... Bom, vocês sabem quem.
O que interessa agora é que também lhes pedimos para eles arranjarem isso e o espaço debaixo da marquise. Ou seja, o objectivo é mantê-los entretidos até vir a janela, porque se os deixamos fugir, nunca mais os apanhamos! E eles até trabalham bem! Ou, vá, um deles trabalha bem. Está lá antes das 8h da matina e sai às 17h em ponto. Veste casaco de cabedal e botas à cowboy e penteia o seu cabelo oleoso para trás, com um pente, ajudando com a outra mão... Estão a imaginar???
Hoje também lá foram colocar os caixilhos fixos (os que ficam no chão, na parede e no tecto) da janela. Só falta mesmo... o estupor da janela!! Bom, para desanuviar, fiquem com umas fotos. Aqui vão as nossas magníficas portas (que eu criei e o Proprietário desenhou)...





















Os trolhas a trabalhar no jardim...
















Os caixilhos fixos (ainda na oficina)...





















E os respectivos rolamentos.




















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PS - Não é o máximo ter uma betoneira no jardim????


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

!!...Newsflash...!!

Entrámos na semana em que tudo era suposto acontecer!! Ou vá, algumas coisas... Sim, porque ligaram-nos na 6ª feira à noite a dizer que afinal a janela estava atrasada porque, apesar da caixilharia estar pronta, o vidro em si estava atrasado duas semanas! Alegavam questões de “optimização de transporte”... Que é semântica para “não queremos pagar extra para vos levar um vidro gigantesco, quando podemos levar muitos vidros e poupar muito dinheirinho...”. Tudo isto seria muito bonito, não tivessem eles sido avisados a 22 de Dezembro do ano passado, que este vidro tinha obrigatoriamente que estar em Lisboa esta semana!!! Ou seja, não tinham desculpa. Comprometeram-se, agora olha! É que isto, para nós, é um inconveniente gigante. Senão vejamos. Para colocar a janela nova, é preciso fazer ajustes no vão, que precisam das competências de um pedreiro. Pedreiro esse que não tinha sido avisado que a janela não vinha esta semana porque quem o deveria ter avisado era quem o contratou, que foi na verdade o montador da janela. Montador esse que também não tinha sido avisado que o vidro não estava pronto, porque quem o deveria ter avisado era a empresa que lhe fornece a janela. Empresa essa que só nos fez o favor de ligar, a nós (!!!), na 6ª feira à noite, talvez esperando que nós avisássemos todo o resto da tropa. Como isso não aconteceu, eram 8h30 da manhã, estavam lá todos a bater à porta! Felizmente, estava lá o carpinteiro, que por sua vez ainda não terminou o trabalho que disse acabava a semana passada (sem comentários...!) que lhes abriu a porta, lhes mostrou os cantos à casa e nos ligou furiosamente de 5 em 5 minutos até nós atendermos.
Entretanto, ontem à noite, depois de todo um fim-de-semana a ponderar sobre qual seria a melhor atitude a tomar nesta questão do vidro, o Proprietário redigiu um eloquente e-mail revelando a nossa indignação quanto à maneira como fomos tratados pela empresa da janela. Esta manhã, o vendedor ligou a dizer que o e-mail tinha surtido efeito e que as rodas estavam em movimento. Parece que estavam a reunir todos os esforços para que o vidro fosse levantado pelo montador, na 5ª feira, e começasse a ser montado ainda esta semana. De maneiras que não mandámos o pedreiro embora, por isso já começaram os ajustes. Entretanto o carpinteiro deve terminar esta fase do seu trabalho (sim, porque este homem já se tornou quase que omnipresente nesta obra e por uma razão ou outra, ultimamente, parece viver ali) e, quem sabe, lá pr’ó final da semana começam a montar a janela. Mas, não sei se sabem, vai chover torrencialmente a semana toda...!!!
Fiquem “grudados”!!!!!!!
Xxx

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Mais um daqueles dias...

Epá... O dia até nem estava a correr nada mal, não senhora!! Até que, a meio da tarde, fui ter com o carpinteiro e, supostamente, o pintor que ultimavam as portas do armário onde estão os contadores. Quando lá cheguei, encontrei somente o carpinteiro, com ar derrotado, a raspar o interior do armário. Perante a minha confusão, lá me explicou que o pintor tinha feito asneira e tinha emassado mal a esquina entre a porta do armário e a parede adjacente, mesmo depois de extenuantes explicações por parte do seu empregador, o bom do carpinteiro. De maneiras que o pintor chateia-se com aquilo e raspa-se dali!!! Assim realmente é fácil! Olha eu chatear-me com o meu chefe e virar-lhe as costas??? Vontade às vezes não falta, mas pessoas adultas, razoáveis e racionais resolvem os problemas conversando. Esta besta (mais uma!!) simplesmente deixou o carpinteiro virar costas e pôs-se na alheta, sem dizer nada a ninguém, sem trancar a porta (pois se ele não tinha chave...!) e com o telemóvel desligado. Lá ficou o carpinteiro sem ajuda e a fazer o trabalho que não lhe competia. Entretanto lá conseguiu localizar um outro pintor, mas este já é mais caro... Imaginem... 50euros por dia!!! Por este preço, ele vai ter que me apresentar o certificado de formação profissional... Longe de mim achar que os pintores não devem ganhar bem, mas têm que ser bons naquilo que fazem! Quero pagar pela qualidade!! Bom, adiante...
Entretanto chegam os senhores do gás, que vinham “simplesmente” colocar o esquentador. Mal sabiam eles (e nós!!!) ao que vinham. Antes de começarem a montar, fizeram uma vistoria à instalação, para ver se estava tudo em ordem para se fazer um teste. E começou logo bem... “A Sra. sabe que a instalação não está acabada, certo?”. Imaginam a minha cara de espanto. “Ah não?”, foi a única coisa com nexo que consegui balbuciar. Parece então que a instalação não estava fechada... É sempre bom. É claro que o simpático moldavo me estava a explicar isto tudo no sítio onde o tubo era suporto estar fechado, que era no vão de escadas do prédio. Eis senão quando... Entra a vizinha do 2º Esq. Com a maior lata do mundo, a senhora ficou calmamente a meio da escada, a caminho de sua casa, a escutar a nossa conversa!! Eu a tentar despachar o homem para dentro de casa e ele a insistir em mostrar-me tudo (e muito bem, no fundo, não é...?). Para ajudar à festa, vem também o curioso do carpinteiro ver e, à frente de toda esta plateia diz a plenos pulmões “Eh Dª. Proprietária, isto é que está aqui um problema!!”. Eu só me apetecia esganá-lo e, logo a seguir, cavar um buraco bem fundo para o enterrar e depois fugir do País!! Lá os consegui meter todos dentro de casa, para depois ter tempo de olhar para a vizinha com aquela cara que diz “vai ficar aí a fazer o policiamento a tarde toda???”, ao que ela aproveita para se queixar que a porta da rua está descaída e não fecha bem, o que “é um problema porque com as obras temos muita gente a entrar e a sair e a porta às vezes não fica bem fechada”. É nestas alturas que é complicado uma pessoa manter a calma e dizer simplesmente “Pois é, eu bem recomendo aos trabalhadores...”. Mas tudo se arranja. Também é nestas alturas que me apetecia ser “gazilionária” (inventei agora, mas quer dizer “muito mais que milionária”, caso o Priberam seja visitante assíduo deste pasquim) para simplesmente arranjar aquele prédio todo de alto a baixo com os meus trocos e depois aparecer na reunião de condóminos (que eventualmente se realizará, tenho fé) e dizer-lhes “vá, queixem-se lá agora, queixem, a ver o que lhes faço!”.
Seguindo em frente... O senhor do gás lá me explicou que, depois de uma vistoria mais cuidada, tinha percebido que precisavam de fechar a instalação naquele ponto, colocar as válvulas de corte ao esquentador e à placa do fogão, ligar o fogão aos canos, instalar o esquentador e fazer os teste do esquentador, das fugas de gás e do monóxido de carbono. Era uma lista extensa e isso ia custar-me muito mais do que eu tinha antecipado, já que eu até nem esperava pagar nada. Quando comprámos o esquentador, já tínhamos pago a instalação na loja, por isso era só chegar, ver e montar. Não fosse o desastre em que, aos poucos, esta casa se foi tornando. Mas os dois rapazes (ambos moldavos) foram espectaculares, explicaram-me sempre tudo e, apesar de às vezes falarem moldavo entre eles, falavam sempre em português quando testavam as coisas. Foi uma sorte terem o material todo com eles para poderem fazer o serviço todo na hora, senão teriam que voltar outro dia.
Mas, quando tudo parecia bem (ou não fosse isto um blog de novelas, umas atrás das outras), eles descobrem uma fuga!!!!!!!!! Ainda me perguntaram se era para consertar ou se queria ficar a pensar e eles voltavam outro dia. Mas, chiça-penico!, o que é que havia ali para pensar??? O que é mesmo mau nisto tudo é que eles disseram que parecia ter sido furado de propósito. Era grande demais para passar despercebido. Claro que a minha mente pousou num certo e determinado emigrante lusófono, de quem há muitas luas não temos notícias e esperamos não ter nunca mais. Mas, como cada um colhe o que semeia, espantei o ódio mortal que me invadiu o coração e a mente naquela altura e dei o OK para os dois anjos de leste repararem a fuga. No fim, tudo parece ter ficado bem. Despejei 217 euros para o lado deles (e eles nem me cobraram tudo, porque conseguiram cobrar algumas coisas à loja do esquentador!), mas fico com um relatório da ocorrência, um recibo e um Termo de Responsabilidade da empresa deles, para além de uma instalação de gás que, segundo eles, está a funcionar bem. No fim ainda me explicou tudo o que devia fazer para passarmos na inspecção da LisboaGás e mais tarde, já estávamos cada um em seu carro, ainda me ligou a dar mais umas dicas de que se tinha esquecido. A quem precisar e estiver interessado, estou pronta a recomendar esta empresa para trabalhos de gás e recomendo vivamente que peçam a equipa dos moldavos.
Chego ao fim deste dia mentalmente estafada... Mas com esta história para vos contar! Pensando bem, nem sei quem é que sofreu mais: eu com esta novela toda ou vocês por terem que a ler!!
xxx

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Viva 2009!!! Digo eu...

“Olha quem é ela...!” – dizem vocês com algum sarcasmo, mas escondendo uma enorme alegria e alívio por saberem que ainda não vos abandonei. Sim, é verdade, cá estamos. Na mesma, infelizmente. Ainda não tenho fotos fresquinhas e novidades estrondosas... Mas achei que era de bom tom vir dizer “olá” e saber se ainda alguém se interessa. “Olha ela a fazer-se de vítima, agora!” – pensais vós com razão, mas já de lágrima ao canto do olho.
Passou-se muito bem a lua-de-mel (que já nos parece tão longínqua...), passaram-se bem as festas e, ui!, tantas outras coisas que não são para aqui chamadas. Aqui só nos interessa falar da nossa obra! A nossa casinha! Por isso, passemos rapidamente ao assunto. Basicamente, não se tem passado muito. Antes das festas ainda conseguimos contratar os próximos artistas que nos vão (tentar!) fazer a janela. Depois de todos os fracassos que aqui vos fui descrevendo, voltámos à estaca-zero e tratámos novamente de pesquisar uma empresa que nos resolvesse o problema. Contactámos várias, muitas delas juravam a pés-juntos que este tipo de trabalho era impossível de se fazer! Nem quando nós afirmavamos que sabíamos que era possível e até sabíamos como, eles assentiam que quem não fazia aquele serviço eram eles. Era sempre uma coisa impossível! Basicamente, a malta gosta é de fazer sempre o mesmo e o menos possível e ganhar o mais possível. Até que descobrimos uma empresa que está a desenvolver um sistema que há-de dar muito que falar... Enfim, no meio da construção civil, suponho. Infelizmente, ainda só montaram uma destas janelas. Mas parece ser tudo o que queríamos. Para não corrermos (muitos!) riscos, o Proprietário arranjou maneira de se infiltrar numa formação de montadores destas janelas, para ver se o sistema funciona mesmo. Veio de lá com boa impressão e por isso contratámos esta empresa. Neste momento, estão a fabricar a janela propriamente dita. Segundo nos disseram, vai levar algumas semanas, já que nós pedimos uma cor toda XPTO que têm que mandar fazer a outra empresa. E estamos assim, pacientemente esperando pela janela... Até parece o título de um filme... Mas um filme mesmo muito chato!!!
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Cha-raaaaaaaann!!!

Cá está ela! A nossa cozinha! Finalmente!















E aqui estão os nossos roupeiros!




















E os nossos armários de wc!















Gostaram? Nós adorámos! A qualidade do trabalho é realmente muito boa. É pena é serem tão demorados e tão chatos... Mas montaram tudo isto num dia! Foi incrível. A quantidade de peças e pecinhas era prodigiosa. Mais uma vez, entupimos a rua a descarregar aquilo tudo... Na cozinha ainda nos falta uma porta de um armário (que veio com um risco e eles levaram para voltar a lacar) e a cuba, que estava esgotada. Portanto, é uma cozinha preta lacada, com a bancada em chapa inox (que ainda está coberta com a película protectora), com fogão a gás (eu prefiro), exaustor, forno, máquina da loiça e frigorífico. A máquina da roupa e o esquentador ficam ali do lado direito, já na marquise, numa área que posteriormente será a “área da roupa” e que se vai poder separar de um espaço que se pretende seja de relax.
As gavetas dos wc’s são também em preto lacado e os roupeiros são em branco lacado. Ou seja, o conceito do corpo da casa é ficar o mais neutro possível. A decoração posterior é que vai lançar a cor aos diferentes espaços.
Portanto, tudo se começa a compor. Hoje são dados os últimos retoques na janelas da frente e nas portadas. A faltar ficam ainda as portas do interior da casa (que o carpinteiro está a fazer) e o reforço da porta da rua, que só se pode resolver uma vez resolvida a questão da janela da marquise.
Esse assunto... eu já o sinto como que um tabu! Prefiro nem falar disso... Fico logo cheia de comichões! Nos últimos contactos que tivemos com a empresa das caixilharias, eles tentaram afinar a janela o mais possível, mas ela continua a precisar de 2 pessoas para ser aberta. Ou seja, na verdade, a única solução é retirar tudo aquilo que lá está e pôr uma janela nova, com uma caixilharia de jeito. Claro que nos vai sair caro, mas ao menos não tínhamos pago nada da que lá está. Ou por outra, 40% já tinham sido pagos pelo outro anormal que começou a obra. Mas o restante nunca iríamos pagar até que aquilo estivesse a funcionar. Por isso, menos mal. O pior é o tempo que isto tudo ainda vai levar. Até porque começamos agora a perceber que esta empresa não tem interesse nenhum em terminar este trabalho (mais uns!), porque já se queixam do prejuízo. Isto depois de eles nos terem assumido presencialmente que o trabalho está mal feito e que a culpa é deles! Ou seja, reina a atitude do “epá, lixei a vida desta gente... não faz mal... siga a Marinha!”. Tão bom sentir isto numa altura em que à nossa volta nos falam de trazer crianças ao Mundo e afins... Tristeza de gente...
Aconselho-vos, então, a fazerem o mesmo que nós. Recostem-se bem confortáveis e esperem sentadinhos pela festa, que ainda tarda. Nas próximas duas semanas, não se vai passar nada lá em casa, porque nós vamos de merecida lua-de-mel. Mal regressemos, cá estaremos deste lado, a contar com vocês desse!
Beijos e abraços a todos!!

xxx

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

My name is...

Querem saber?? Basicamente... a cozinha ainda não chegou... a janela ainda não foi arranjada... Chama-se Karma... Karma, meu amigos! Não o nosso, mas o da casa! Mas, não perde por esperar... Eu vou fazê-lo mudar... ai vou... vou!
xxx

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Casadinhos de fresco...

...e era bom termos uma casa onde morar!!! Para os que se interessam, o casamento foi absolutamente divinal, magnífico... perfeito!
Mas, pronto, foi uma noite memorável mas já passou e agora, como só vamos de lua-de-mel mais tarde, voltamos a concentrar-nos no essencial: a nossa casa! Durante a nossa ausência, ficou um dos tais personagens de banda desenhada a acabar uns pormenores. Diz que agora está tudo pronto para entrarem a cozinha e os roupeiros. Sexta e sábado. Assim que tiver fotos, estarão aqui! Não me esqueci de vocês, não pensem! É que temos andado tão ocupados com o casório... Tanto que a semana passada nem sequer ligámos ao trolha!! Nem uma vez!! E a casa não caiu! Nem ardeu! Nem explodiu! Incrivel, huh?
E também esperamos esclarecer a história do vidro partido na janela da marquise. Acreditam que o tipo estava a pensar em simplesmente não substituir o vidro?? Disse-nos a secretária dele que ele estava a pensar em fazer isso mas não tinha coragem de nos dizer! Estupores! Uns atrás dos outros!!! Não escapa nem um!!!!!!!!! Quantas vezes é que eu já disse isto? SOCORRO!!!! Honestos, procuram-se!

Xxx

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Amor, carinho e frescos!

Hoje foi dia de muito amor e carinho, lá em casa. O chão já está pronto e está na hora dos homens (ou homem, porque por mim ia só um deles) voltarem para acabar o que falta. Acontece que, ao olharmos para o nosso magnífico chão todo bonitinho, acabadinho, pintadinho, envernizadinho, começamos a achar que ele estava mesmo à espera que lhe caísse tinta em cima ou qualquer coisa do género. Resolvemos então protegê-lo o mais possível, antes que o pior acontecesse. Comprámos 60m2 de cartão canelado e hoje passámos 5 horas a colocá-lo por toda a casa! Sim, cobrimos cada centímetro... não, cada milímetro de soalho daquela casa! Teve mesmo que ser... Aqui ficam umas imagens do chão e da tarefa em questão.

Faltam-nos é fotos do cartão todo colocado... Fica para a próxima.
Deixem-me só contar-vos que outro dia fizemos uma descoberta incrível. Era sábado. Tínhamos ido lá a casa ver o chão e depois decidimos almoçar por ali. Não queríamos ir aos antros do costume, por isso decidimos ir andando por ali pela zona. Dois simples minutos depois vimos um restaurante no primeiro andar de um edifício em que nunca tínhamos reparado, apesar dele estar esparramado no meio de um parquezinho, mesmo ao pé da nossa casa. Entrámos... Era um mercado!!!!!!!!!! Montes de peixe, carne, fruta, legumes, flores... tudo! Tudo fresquinho e de 2ª a sábado (às 2as não há peixe fresco). Foi uma descoberta acidental mas excelente. Morar no centro de Lisboa e ter um mercado à porta... Delicioso! Mal podemos esperar!!
Voltando à casa, só para terminar, os roupeiros e os armários dos wc’s já foram encomendados ao mesmo Sr. das Cozinhas que está com o fogo no rabo para ir montar as coisas... Era bom, era...

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PS - Para os mais geeks... estas fotos são do iPhone... não estão assim tão más! Se bem que o Proprietário concorda que a definição é péssima.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Afagar o chão debaixo dos nossos pés...

Estou-vos sempre a pedir desculpa... por não vir cá! Mas vocês também não dizem muito! Lá aparece uma mensagemzinha, de vez em quando. Graças a Deus temos um ou outro leitor fiel... Vá, venham de lá essas bocas!!
Ora, como estamos. Estamos bem! Temos é muito que fazer!! Para os que não sabem, temos o casamento a menos de um mês. Por isso, casório, (muito!) trabalho, casa por acabar... Imaginam o caos, certo?
A casa lá está, gatinhando a passos de bebé, mas andando. Temos andado a concentrar as nossas atenções no chão. Um trabalho que, se bem feito, levaria uma semana, já vai nas três! É incrível o tempo que se despediça em andar atrás de gajos que dizem que aparecem e nem sequer se dignam a avisar que afinal não vão. Entretanto, liga-se a perguntar onde andam e respondem que já sabem o trabalho que têm que fazer e que não vão só aparecer para dizer ‘Olá’! Impressionante! O calibre desta gente! É um atrás do outro! Não há umzinho que se aproveite! Caramba!
Bom, então, 3 semanas volvidas e já está o chão remendado e afagado. Amanhã começa a levar o tratamento do bicho (tratamento anti-xilófago) e depois vem o envernizamento. Uma vez envernizado, vamos ver se ainda precisa de uma velatura final, para dar cor. Decisões para mais tarde.
Enquanto isto acontece, não se pode andar a pataguinhar por ali, por isso o resto da obra está parada. Mas, mais uma vez, continuamos de roda dos pormenores. Coisas que já nem nós sabemos se não vão ser coisas que nós próprios vamos ter que acabar... Mas por fazer ainda está a betumagem dos interstícios entre as pastilhas e/ou os azulejos dos wc’s, a “limpeza” das janelas, a substituição do vidro partido do janelão... As portas já estão a ser feitas, os vidros e espelhos que faltam já estão na calha, os armários dos wc’s e os roupeiros estão sob consulta... Enfim, para lá caminhamos!
Já vêem a luz ao fundo do túnel? Já estão a imaginar os convites para a grande festa? Mais uma vez relembro... Só pr’ós leitores mais assíduos...
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PS – Fotos do chão, já limpinho!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Casa selada!

Hoje fechámos a casa! Reparem, fechámos no sentido literal! Agora já temos as janelas todas, da frente e de trás e assim a casa já fica fechada por todos os lados. Já se sente o silêncio... e também já se sente o cheirinho a tinta...! Sim, porque o primário já está nas paredes! Já se começa a ver uma casa, ali. O chão já começou a ser reparado, logo também já está fechado. Já temos a nossa casinha (quase!) hermética. “E porque é que isto é tão importante?”, perguntam vocês. Porque desde a demolição que a casa tem estado aberta a todo o tipo de invasões vindas do jardim. Ultimamente, foram as pulgas! Quer dizer, as pulgas que vieram de boleia com os gatos, claro. Mas era estranho porque os gatos sempre lá estiveram e de repente as pulgas “vivem” em nossa casa. Mas milhares delas! Era entrar lá e vê-las a saltarem-nos às pernas! Era horrível! Tanto que resolvemos chamar uma empresa de desinfestação para resolver aquele problema. Por entre remendos do chão, conseguiram descobrir que o que se passou foi que uma gata tinha ido ter os seus filhotes por baixo do nosso chão. Com todas as movimentações das obras eles devem-se ter assustado e ela levou-os de lá... Todos... menos um! Um desgraçadinho ficou para trás e não resistiu. Infelizmente, as pulgas acabaram por se aproveitar dos seus restos mortais e fizeram ali os seus ninhos. Dali a uma verdadeira infestação, foi um pulinho! Mas lá descobriram o pequenito, retiraram-no e já fizeram as duas pulverizações do tratamento anti-pulga. Depois de afagar o chão, vão também fazer o tratamento anti-caruncho ou anti-bicho, ou que é.
Agora, um episódio pleno de comicidade. A minha compincha de bancada contou-me que, no dia a seguir ao episódio “fogueira no jardim”, ela estava a passear ali na zona com uma amiga que lhe disse que uma outra amiga delas morava ali, mas que estava muito desiludida com o bairro. Segundo essa terceira moça, o sítio estava cheio de “selvagens”. Tendo a minha colega interesse no assunto continuou a questioná-la, ao que a rapariga contou que a amiga lhe confessou que aquilo estava tão mau que “os selvagens do prédio ao lado” até tinham acendido uma fogueira no jardim!! Ou seja, meus amigos, o Mundo é uma autêntica ervilhita e nós, que nem lá moramos ainda, já temos má fama e apelido de “selvagens”! Lisboa não perdoa!
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Mestres do surreal...!

Meus caros, isto começa a atingir proporções ridículas, mergulhando sem medos no surreal, roçando o patético e esboçando o inacreditável. Comentava eu ontem com colegas que há certas coisas que contadas ninguém acredita. Vocês, desse lado, devem começar a achar que a nossa necessidade de atenção é tão extrema que até já enveredámos pelo recurso à imaginação para ter alguma coisa que escrever aqui. Pois, que um raio me fulmine já, se não vos conto a mais pura das verdades. Tanto que a hipótese de transformar este blog em livro (ou mesmo em filme, com a Cate Blanchett a fazer o meu papel... é que somos iguaizinhas! Co’a breca... oiço trovões!), começa a parecer cada vez mais possível, já que há situações que são dignas de um qualquer argumento. Aviso-vos: se alguma vez acharam que o ser humano comum, o transeunte mais banal da nossa praça, já deixou de vos surpreender, é mesmo só porque não estão atentos. As pessoas andam completamente tresloucadas, é só abrir os olhinhos! Mas basta de introduções! Vamos à prosa!
Segunda-feira foram entregar a janela da marquise! Ou “da montra”, como lhe chamaram os homens. É que é mesmo colossal! Mas começou logo bem. Um dos dois vidros chegou rachado. Uma racha mínina num cantinho, mas seja como fôr, é uma racha. Acordou-se continuar com a operação, já que o vidro pode ser substiuído à posteriori e in situ, e como é laminado não há perigo de estilhaços. Portanto, take 1: a janela entra!






















Este era o nosso maior medo, já que não tínhamos a certeza se um elemento rígido daquela envergadura passaria nas apertadinhas esquinas do corredor. Mas entrou e até facilmente.
Take 2: a janela tem que ser colocada nas calhas e não está a entrar. Tiveram que remover alguns azulejos do chão.

















Take 3: ainda não entra e já não se percebe bem porquê.
Take 27: depois de muito afinar, afinal já entrou, mas não corre.
Take 43: teve que se picar parede para ela correr... mas ainda não corre.
Take 68: já se estragou e removeu uma das calhas porque afinal a janela não corre devido ao desalinhamento entre as calhas de cima e de baixo.
















Resumindo: a janela está encravada entre as calhas existentes e eles voltam para a semana para resolver o problema (vulgo, alinhar as calhas e colocar mais rolamento na caixilharia da janela). Escusado será explicar que tudo isto poderia ter sido evitado se o encarregado da empresa que lá foi há umas semanas ver se o local estava pronto a receber a janela, tivesse feito o seu trabalho em condições. Mais uma vez sublinho: estamos rodeados de incompetentes!!!
Como se tudo isto não fosse suficiente, ainda há mais disparate pela frente. Para que a janela entrasse em casa, a nossa porta de casa teve que ser removida. Mas como não íamos remover aquilo à bruta, pedimos ao carpinteiro que nos está a fazer as portas dos quartos que a fosse lá tirar e pôr de volta depois da janela entrar. Ele fez o que lhe competia, mas quando lhe ligámos para ele vir pôr a porta no lugar ele disse ao Proprietário que não dava jeito nenhum que nós estivéssemos por perto e que depois explicava. Mas quem é que diz isto??? Ele deu-nos um toque quando estava a chegar e nós escondemo-nos na pastelaria. Eu estava parva prá minha vida! Impedida de entrar em casa por um lunático! Enfim, ele colocou a porta e foi ter connosco. Lá nos explicou que estava a tentar expulsar a mulher que vive em casa dele, da casa dele. Mulher essa que o Proprietário já tinha visto anteriormente com ele e que tinha identificado como namorada dele, pela maneira como interagiam. Então, parece que o carpinteiro “engrupiu” a gaja dizendo que ela tinha que sair de lá porque ele tinha vendido a casa e quando ela o confrontou sobre a quem é que ele a tinha vendido, ele olha para o telemóvel e a última chamada que tinha era do Proprietário, logo deu-lhe esse nome. Ela quis confirmar isso e veio atrás dele a nossa casa para nos confrontar a nós! Eu sei, eu sei, vocês já começam a duvidar desta patetice toda. Mas agora imaginem nós, que temos que lidar com isto!!! É incrível e de certeza que está tudo doido!
Mas... quando eu já contava isto à minha colega mais próxima (que atura estas crises diariamente, com paciência de santa!), já em jeito de desabafo de desespero de causa, indagando se nos faltava acontecer alguma coisa... eis que toca o telefone. Lendo no visor do telemóvel que quem me ligava era a vizinha do 4ºandar, o meu sangue gelou. Ao telefone eu falava com uma rapariga (que deve ser mais ou menos da minha idade) completamente transtornada porque tinha acabado de chegar e tinha a casa cheia de fumo. Ora bem, o que se passou foi que o nosso mais recente Contratado (que por sinal, juntamente com o seu colega, fazem um magnífico par de “trolhas”, dignos de uma tira de banda desenhada!) tinha decidido que queria fazer uma fogueira no jardim! Considerem ainda que o nosso jardim, além de estar uma completa selva, serve de armazém para tudo o que é madeiras e tralha das obras, tudo material extremamente inflamável. Mas, pronto, na sua infinita sabedoria, ele decidiu que queria limpar o jardim (como se não tivesse mais nada que fazer!), podou a nespereira e queimou as folhas. Há quem diga que ele tinha boa intenção, coitadinho. Eu... eu digo que de boas intenções, está o inferno cheio!!!! Isto num prédio sem seguro de incêndio... Surreal!!!!! Infelizmente, quando as vizinhas assustadas lhe pediram para apagar o fogo, ele achou que elas estavam a chingá-lo e insultou o mulherio todo. Palavrões do pior! Nós só não o mandámos embora porque ele pediu desculpa às senhoras e nós estamos desesperados para acabar a casa...
Desculpem, eu sei que já estão fartos. Incrivelmente, eu ainda tenho muito para contar. Mas deixo para outro dia. No próximo episódio, contar-vos-ei como estamos a livrar de uma praga... Não percam! Brevemente, no blog do costume...

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Back in business!!

Estamos com certeza! Este é o meu lado positivo... Não queiram conhecer o meu lado pessimista! Mas acreditem que existe. Todo este processo tem sido de aprendizagem a um ritmo vertiginoso. Não só a nível pessoal e social, como a nível técnico. A modos que já dou aulinhas de montar pladur e afins aos meus colegas. Mas confesso que tenho os meus dias maus em que mal posso ouvir falar desta casa. Eu já conheço todos os clichés (“sabias que ia ser difícil” “são fases” “no fim vais achar que valeu a pena” etc etc etc...) mas esta casa (por sinal a minha primeira casa) estará para sempre ligada a esta saga e terá sempre muito que contar. Pronto, quem está de fora diz sempre que assim é que é giro, construir as coisas do zero, ter histórias para contar. E eu sei que a vida é isto mesmo! Mas não deixa de ser difícil atravessar momentos de suspense doloroso, de não saber se a casa vai ficar com qualidade, de não saber se vai sequer ficar acabada, de sentir que nos estão sempre a tentar passar a perna, que se me distrair há logo um gajo qualquer que me vai tentar engrupir com qualquer balela, que confiei nas pessoas (pela simples razão que não tinha razões para duvidar ou porque queria ser justa ou dar uma segunda oportunidade!) e que me traíram... É uma situação de constante tensão que não mata, mas mói, até lá muito perto a maior parte das vezes! Ninguém gosta de passar por isso, por mais histórias que depois tenhamos para contar aos netos!
Bom, não sei o que me deu para desabafar desta maneira. Desculpem. O que vocês querem, sei eu! Fotos, não é? Mas com umas descriçõezinhas leves à mistura, pode ser? Ora bem, temos as paredes feitas e emassadas. Vá, quase todas. Olhem só...


A electricidade está no ponto de só faltar colocar os interruptores. A marquise está só à espera de receber as janelas (enfim, já estava assim há algum tempo, mas faltava um niquinho do chão). Falta acabar de colocar os azulejos nas casas-de-banho e fixar as louças. Falta colocar os fechos nas janelas da frente... Eh pá, já não me lembro se vos tinha dito que já temos janelas da frente! Sim, voltaram lindas e imaculadas! Dá gosto! Mas vieram sem fechos... Falta afagar e envernizar o chão, depois de feitos um ou outro remendo.
Planos para as próximas semanas? Começar a pintar. Colocar as janelas que faltam. Mandar fazer as portas. Acabar as casas-de-banho, de uma vez (é que já enjoa ver aquilo a meio...)! Encomendar os interruptores e os espelhos e vidros que faltam. O Sr. das Cozinhas vem tirar as últimas medidas. Lembrem-se que ela foi encomendada à parte. É tão linda! Enfim, no papel...
Espero da próxima vez já vos trazer fotos da nossa enorme janela para o jardim... Por hoje, over and out!
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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Drama ou comédia?

Hoje temos filme! Pois é! Nem sabem o que temos passado... As passinhas do Algarve! E eu nem gosto de passas...
Então, tínhamos ficado na decisão de continuarmos as obras pelos nossos próprios meios. Ora, “o que é que nos falta?”, perguntam vocês. Falta-nos pôr as janelas (que já estão feitas, estão só à espera de serem colocadas), falta-nos emassar as paredes, acabar de colocar os azulejos e louças nas casas-de-banho, pôr a cozinha, afagar o chão... e é mais ou menos isso. Claro que assim teremos casa, mas não ainda não temos nada para pôr lá dentro! Acampar começa a ser um verbo a considerar...
Bom, voltando à nossa história. Desde que o Sr. ACNNMSP deixou a obra que temos vindo a descobrir várias coisas acerca dele e da sua actividade. Sabemos que ele se fez passar como parte de uma das maiores empresas de construção nacionais, sabemos que ele deixou coisas por pagar, sabemos que diz aos clientes que tem enormes descontos em lojas quando eles são na verdade bem menores e... sabemos que ele não pagou ao electricista. E como é que sabemos isto? Porque o mesmo electricista nos veio bater à porta dizendo que lhe devíamos dinheiro! Claro que essa foi a história que o Sr. ACNNMSP lhe vendeu, mas nós explicámos-lhe a situação e achámos que ele tinha entendido que, tendo ele sido contratado por um empreiteiro para fazer um trabalho, era esse empreiteiro que lhe devia o dinheiro e não os proprietários da casa. Um belo dia, o Proprietário marcou com ele lá em casa para ele nos explicar o que faltava fazer (que, nós sabíamos, era quase nada). Quando lá chegámos... tcham-tcham, tcham-tcham!... quem é que lá estava?? O electricista, o colega dele e... o Sr. ACNNMSP!!! Isto parece o título de um filme e, na verdade, foi isso que nos pareceu na altura. Pois, diz que o electricista, que na verdade não conhecia bem o Sr. ACNNMSP (nunca tinha trabalhado com ele...), não sabia em quem acreditar e resolveu juntar as duas partes e confrontá-las. Vejamos isto da prespectiva dele... é justo! Em desespero de causa, eu faria o mesmo. O Proprietário teve então que enfrentar o electricista de um lado e a besta do outro. Nem imaginam o que foi... O energúmeno estava possesso (passo a redundância...), quase espumava da boca! Queria, porque queria convencer-nos a todos que seríamos nós a pagar ao electricista. Eu gostaria muito de vos transcrever tudo o que me foi descrito sobre tão sórdido encontro (sim, eu não estava lá...), mas cheira-me que seria uma daquelas situações em que não tem tanta “piada” como quando presenciamos. E a modos que a prosa já vai longa! Resumindo, o caso chegou a ameaças físicas! “Parto-lhe os cornos” “parto-o todo” e afins, da besta para o Proprietário. A sorte foi que assim o electricista ficou a saber quem era na verdade o Sr. ACNNMSP e também ficámos com testemunhas do caso, que foi logo reportado à PSP no dia seguinte. Um último apontamento de humor, parece que o tipo até já tinha sido identificado no passado por um incidente do género... Parece que o defeito é de nascença, tadinho...
Pronto, deixo-vos na santa Paz do Senhor. Até hoje ainda não se verificaram materializações das ameaças. Nem contra o Proprietário (“eh num bato im mulhé!”), nem contra a casa. Esperamos que não se venham a verificar. O que mais queremos é pôr tudo isto para trás das costas. Temos muito com que nos preocupar! Dias depois ele foi lá buscar as ferramentas que tinham ficado para trás aquando da sua saída da obra, tão desabrida. Apesar de termos juntado um pequeno exército (de precaução!) no dia em que ele lá foi, tudo se passou rapidamente e dentro dos limites do civismo. Desde esse dia que nunca mais ouvimos falar dele. Terá ele desaparecido das nossas vidas para sempre...? O tempo o dirá...
Para a próxima, conto-vos como está a obra e até vos mostro fotos! Aqui, a emoção nunca acaba!
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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Cair e levantar...

Mais de um mês ausente... Imperdoável! Perdoem-me, todos vocês!! Deste lado, as confusões sucedem-se em catadupa. Vou tentar resumir, sem vos maçar ou privar dos pormenores mais sumarentos... Será que vou conseguir?
Se bem se lembram, o Sr.... enfim, Aquele-Cujo-Nome-Não-Mais-Será-Pronunciado (ou Sr. ACNNMSP) tinha-nos pedido uma reunião. Lá nos reunimos e, sem surpresas, ele disse que precisava de mais dinheiro. Que estava a perder dinheiro, que tinha investido dinheiro na nossa obra (imaginem!) e que ou lhe dávamos mais ou ele saía da obra. Nós voltámos a explicar-lhe que ele tinha um contrato e que não podia sair assim, sem mais nem menos. Mas ele fez mesmo isso! Simplesmente disse que saía e que devíamos accionar os mecanismos que quiséssemos. Foi o que fizemos. A primeiríssima coisa foi logo, naquela tarde, mudar a fechadura. E mudámo-la nós mesmos! Chamar o piquete de urgência das Chaves do Areeiro ficava pelos 80 euros! Roubo! E legal! Bom, o Proprietário despachou aquilo como se o fizesse todos os dias e sempre ficámos mais descansados. É que o tipo dizia que lhe devíamos dinheiro (é mesmo de quem foi à escola e aprendeu a fazer contas e a ler contratos...) e ficámos a pensar que lhe podia passar uma coisinha pela testa e ir lá a casa roubar-nos as coisas ou partir aquilo tudo.
Depois passámos à fase de decidir o que era realmente importante para nós. Consultámos um advogado para perceber o que na verdade se passava ali e quais eram as nossas hipóteses, em caso de levarmos isto a litígio. Afinal, nós fomos enganados por um tipo que assinou um contrato connosco e se comprometeu a entregar-nos a casa pronta e afinal deixou-nos a 75% do caminho. O advogado explicou-nos que realmente tínhamos um contrato muito bem desenhado e que caso fosse a tribunal não havia grandes dúvidas que ganhávamos. O problema era fazer o gajo pagar qualquer tipo de indeminização a que tivéssemos direito. Parece que nestes casos o problema é sempre executar as sentenças, porque este tipos já a sabem toda e não deixam nada em nome das empresas ou (sequer!) têm dinheiro nas contas. Por isso, decidimos que acabar a casa era o mais importante para nós. Estamos a pagá-la desde Setembro e é muito triste e angustiante vê-la passar por todos este problemas. Bom, voltando às resoluções. Decidimos então que simplesmente nos íamos proteger para o caso de ele inventar mais mentiras a nosso respeito e vamos prosseguir com a obra. Nós ainda temos a última parcela do orçamento dele, por isso vamos tentar acabar as coisas com esse dinheiro.
Na verdade, poupei-vos de muitos detalhes. De como conseguimos descobrir maroscas do gajo, de como nos vamos proteger contra ideias mirabolantes que ele possa vir a ter, etc... Se quiserem saber estas coisa, perguntem!
Uma última palavra ao “nosso” advogado. OBRIGADA!! É um amigo meu de longa data e, apesar de já não estarmos juntos há bastante tempo, valeu-nos como se nada fosse. Não é só aquilo que se faz, mas aquilo a que nos dispomos a fazer pelas pessoas, pelos amigos. Foste essencial para a nossa decisão. Mais uma vez muito obrigada! Espero que a vida me recompense com oportunidades de te retribuir.
Vá, pronto, deixo-vos ir por hoje... Para a próxima vem uma história digna de filme! Stay tuned!
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segunda-feira, 16 de junho de 2008

He's back...

É... diz que “a peça” voltou... Fomos hoje para Lisboa à procura dele. O carro dele, que tem estado estacionado sempre no mesmo sítio, já lá não estava. O Proprietário ligou-lhe e ele não atendeu. Ligou uns minutos mais tarde. Diz que quer conversar. E quando o Proprietário lhe perguntou quando voltava para a obra, ele disse que era precisamente por isso que queria conversar. Ou seja, já estão a ver o que vem por aí, não estão? Eu estou!! Vai querer mais dinheiro! De certeza! Mas ele assim trama-se porque ele não pode pedir uma coisa dessas quando ele assinou um contrato que diz exactamente quanto é que ele vai receber! Ele bem pode pedir o que quiser... Não há mais dinheiro! Nem para ele, nem para nós!!
Nós já consultámos um advogado que nos assegurou que o contrato nos protege e que, se isto tiver que ir a tribunal (e esperemos que não!), o Sr. Entusiasmo só tem 2 opções: ou acaba a obra ou sai da obra e tem que nos pagar uma indeminização. Nós só queremos que ele acabe a obra... a sério!
Vamos esperar para ver. A reunião será mais para o fim da semana.

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